Notícias & Recortes:

-13/06/2017 - H
Ana Isabel Silva vence PRÉMIO LITERÁRIO “ELA 2017” »»»ver mais

- 27/01/2016 - 21H
Apresentação do livro "Contos ASSESTA", na Biblioteca Municipal de Ourique - Jorge Sampaio. »»»ver mais

-23/01/2016 - 16H
Apresentação pública da ASSESTA, na Biblioteca Municipal de Beja - José Saramago. »»»ver mais

-23/01/2016 - 14H
Assembleia geral da ASSESTA, na Casa da Cultura de Beja (sede).

-23/01/2016 - 10H
Programa "Conversas de Café", na Singafm (104.5FM), dedicado à ASSESTA.



Agenda:

-21 de abril de 2017 - H
Apresentação pública do regulamento do Prémio Literário Joaquim Mestre.

-20 a 22 de abril de 2017 - H
Feira do livro de Cuba, pavilhão de exposições.

- Dia 20 de abril, 14:30 – Aconteceu na igreja do Espírito Santo – Maria Ana Ameixa.

- Dia 22 de abril, 15:00 – apresentação da ASSESTA e tertúlia temática: o associativismo e a literatura – José Teles Lacerda, Luís Miguel Ricardo e Maria Ana Ameixa.

Exposição de livros de autores ASSESTA durante o certame literário.

-2 e 3 de junho de 2017 - H
ELA-Encontros Literários do Alentejo, São Teotónio

 


Os Nossos Escritores

Mercedes Guerreiro

 

Mercedes Guerreiro nasceu em 1961.

Licenciada em jornalismo pela Universidade Livre de Bruxelas.

Jornalista e co-fundadora da Rádio Tentativa, a primeira rádio portuguesa da Bélgica.

Em 1987, regressa a Portugal, onde trabalha como jornalista/tradutora.

Especialista e formadora em comunicação, foi senior account na agência internacional de comunicação CNEP/Hill and Knowlton, e criou os gabinetes de comunicação da AMI-Assistência Médica Internacional e da Câmara Municipal de Aljustrel, sua terra natal, onde ainda hoje se mantém.

A escrita esteve sempre presente na sua vida mas, só agora, decidiu dedicar-se mais afincadamente a esta sua paixão.


http://www.facebook.com/mercedes.guerreiro

Bibliografia:

 

Grândola Vila Morena - A Canção da Liberdade
Este livro, ideia original de Gilles Martin da editora ADEN e da autoria de Mercedes Guerreiros e Jean Lemaître, escrito com saber e paixão e que tem contributos de muitos dos intervenientes no desencadear da conspiração que levou ao 25 de Abril, tem o mérito de nos revelar os “bastidores” dos dias que antecederam a madrugada dos Cravos. Quem decidiu que “Grândola” seria o sinal para os militares marcharem sobre Lisboa e quem na Rádio Renascença estava incumbido de, com muita perícia e coragem, contornar a censura interna naquele momento. Hoje, 40 anos depois, “Grândola, Vila Morena”, continua a ouvir‐se em todo o País. A canção mantém uma força telúrica que irmana homens e mulheres num abraço solidário de esperança, de revolta e de anseio de igualdade e de justiça para a humanidade. A mensagem e os ideais de Zeca Afonso ultrapassam fronteiras e muitos outros Povos, fazem desta canção a sua bandeira de luta por um mundo melhor.
(Colibri 2014 )