Notícias & Recortes:

-13/06/2017 - H
Ana Isabel Silva vence PRÉMIO LITERÁRIO “ELA 2017” »»»ver mais

- 27/01/2016 - 21H
Apresentação do livro "Contos ASSESTA", na Biblioteca Municipal de Ourique - Jorge Sampaio. »»»ver mais

-23/01/2016 - 16H
Apresentação pública da ASSESTA, na Biblioteca Municipal de Beja - José Saramago. »»»ver mais

-23/01/2016 - 14H
Assembleia geral da ASSESTA, na Casa da Cultura de Beja (sede).

-23/01/2016 - 10H
Programa "Conversas de Café", na Singafm (104.5FM), dedicado à ASSESTA.



Agenda:

-21 de abril de 2017 - H
Apresentação pública do regulamento do Prémio Literário Joaquim Mestre.

-20 a 22 de abril de 2017 - H
Feira do livro de Cuba, pavilhão de exposições.

- Dia 20 de abril, 14:30 – Aconteceu na igreja do Espírito Santo – Maria Ana Ameixa.

- Dia 22 de abril, 15:00 – apresentação da ASSESTA e tertúlia temática: o associativismo e a literatura – José Teles Lacerda, Luís Miguel Ricardo e Maria Ana Ameixa.

Exposição de livros de autores ASSESTA durante o certame literário.

-2 e 3 de junho de 2017 - H
ELA-Encontros Literários do Alentejo, São Teotónio

 


Os Nossos Escritores

Dora Nunes Gago

 

Dora Nunes Gago nasceu em S.Brás de Alportel a 20 de Junho de 1972.

É Professora Auxiliar de Literatura no Departamento de Português da Universidade de Macau (China).

Licenciada em Português e Francês, Mestre em Estudos Literários Comparados e Doutorada em Literaturas Românicas Comparadas, foi professora do ensino secundário, Leitora do Instituto Camões na Universidade da República Oriental do Uruguai (Montevideu, 2001/2002), investigadora de pós-doutoramento financiada pela FCT na Universidade de Aveiro (2009-2011) e “short term visiting post-doc” na Universidade de Massachusetts, Amherst, (Estados Unidos).

Participou nas obras Contos Assesta e Alentejo Stories, tendo  também colaboração dispersa na Imprensa regional no Alentejo e Algarve


http://escritores.online/escritor/dora-nunes-gago/

Bibliografia:

 

A matéria dos sonhos

“... Poesia, quase toda, minimalista, que é como quem diz, escorreita, bem escovada, peneirada, ‘reduzida’ ao essencial, como tanta poesia oriental nos ensina como quem seduz… Gostei mesmo. Comovente, mas de pathos bem amarrado. Já bem clássica.”Eugénio Lisboa (escritor, professor universitário e crítico literário) 25 de Maio de 2015, publicado em:
http://www.rtp.pt/acores/comunidades/a-materia-dos-sonhos_47144
http://temasoriginais.blogspot.pt/2015/05/novo-titulo-da-temas-originais-materia.html


(Temas Originais 2015 )

 

Travessias, Contos Migratórios

“Numa era marcada pela globalização, pelas trocas capitalistas e por fluxos migratórios transnacionais, Dora Gago traz-nos um surpreendente e lúcido livro de contos com o título de Travessias. Contos Migratórios. Autora de cinco livros de ficção e um de poesia, este seu último, publicado em 2014, configura-se como um amplo mosaico geográfico abarcando três continentes. Decerto, estas viagens, migrações, transposições de fronteiras terão como fonte de inspiração elementos biográficos derivados das próprias travessias pessoais da autora.
Mas aqui a biografia não é mais que um lugar que transporta a geografia para um outro, mais íntimo e profundo, dentro de si mesma, que lhe permite a sensibilidade de uma escrita humana, preocupada com o social. Neste sentido, este livro de doze contos é também ele um mosaico da condição social do ser humano.”
Sandra Sousa (Prof. Univ. Central Florida, USA) Artigo publicado em, CLEPUL em Revista, nº 4, Junho de 2015, https://issuu.com/clepul/docs/clepul_em_revista_4/8


(Edições Esgotadas 2014 )

 

As duas faces do dia

A narrativa As Duas Faces do Dia (…) (2014), da autoria de Dora Gago, pode ser classificada como uma novela que se revela gradualmente como uma obra por camadas, ou seja, palimpséstica, como se de um mille-feuille se tratasse, em termos de forma e obviamente de conteúdo, forçando premeditada e estrategicamente o leitor a viajar entre duas narrativas biográficas ou percursos já conhecidos do leitor mais informado, o da vida-suicídio de Florbela Espanca e de Brígida rumo à vida, esse caminho sim desconhecido do leitor. Como é sabido, Florbela  Espanca (…) suicidou-se, em Matosinhos, aos 36 anos de idade, em 8 Dezembro de 1930, data importante na acção da novela, como o leitor descobrirá. A representação dos dois percursos em ‘paralelo’ revela ser uma estratégia interessante, uma vez que é a narrativa dedicada a Florbela e aos seus pensamentos que atrasa o desenrolar do mini thriller que enriquece a obra(…)» (Rogério Miguel Puga, Prof, na Univ. Nova de Lisboa, artigo publicado na revista Desenredos http://desenredos.dominiotemporario.com/doc/24-Resenha-Puga-Dora.pdf


(Chiado Editora 2014 )

 

A oeste do Paraíso

Num lar da terceira idade cruzam-se diversas vidas, histórias e emoções, entretecidas pelas linhas do passado, presente e futuro. O ponto de partida e título de cada uma das narrativas é um verso de alguns dos mais notáveis poetas portugueses.


(Emooby 2012 )

 

Imagens do estrangeiro no Diário de Miguel Torga

O Diário de Miguel Torga constitui um manancial de referências e imagens do estrangeiro de onde emerge o múltiplo olhar do autor sobre os diversos espaços e tempos da dimensão humana, ao longo de sessenta e um anos de vida.
Nesta sequência, a análise no contexto histórico e metodológico da Literatura Comparada (utilizando o método da imagologia), dessas imagens apreendidas pelo narrador torguiano, permite desenvolver uma nova dimensão de teor universalista, relativamente a um autor conhecido pelo seu telurismo. Isto porque é através do confronto com o «outro» que é possível definir a identidade do «eu» e do seu país de origem.


(Fundação Calouste Gulbenkian/ FCT 2008 )

 

A Sul da Escrita

“Galardoado com o Prémio Nacional de Conto Manuel da Fonseca, A sul da escrita de Dora Nunes Gago, de 2007, faz jus ao patrono do Prémio: a escrita depurada e delicada é um hino à criação literária de autores nascidos no sul de Portugal, ao mesmo tempo que colhe a alma da terra exibindo-lhe as texturas, as melodias e os cheiros. Conto após conto, o leitor é envolvido em sinestesias que o catapultam para a única terra possível: a terra das casas brancas semeadas na planície tendo por tecto um azul infinito, das badaladas lânguidas dos sinos, do «canto trinado das cigarras», do «odor amarelecido do feno aquecido pelo sol quente», do amarelo odorífico das mimosas, do «cheiro forte da terra molhada e criadora». Teresa Sá Couto , “Canto do Sul”, publicado em http://comlivros-teresa.blogspot.pt/2009/08/canto-do-sul.html


(Campo das Letras 2007 )

 

Sete Histórias de Gatos

Sete histórias infanto-juvenis de gatos com nomes famosos: Ulisses, Mozart, Sócrates, Minerva, Cleópatra, Penélope, Petrarca e Laura.


(UNEAS 1ª ed 2004 - 2ª ed 2005 )

 

Planície de Memória

Poesia


(Gazeta do Mundo de Língua Portuguesa 1997 )

 

Publicou igualmente contos e poemas em livros colectivos/antologias (seleção):

“O Ocaso da Vida”, in O País Invisível, Lisboa, Ed. Centro de Estudos Mário Cláudio,
2016.
 “Uma História de Amor”, in Contos ASSESTA, Associação de Escritores do Alentejo, 2015, pp. 21-26.
 “Eu devo o meu corpo a Terra”, in Alentejo Stories, Lisboa, Ed. Lugar da Palavra, 2013.

Entrevistas:

http://jtm.com.mo/local/oasis-meio-cimento-nas-palavras-de-dora-nunes-gago/

http://jtm.com.mo/local/travessias-pelas-vivencias-exterior/

https://pontofinalmacau.wordpress.com/2014/01/30/as-duas-faces-de-uma-autora/


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